Tarot

Na verdade, não é para ti que escrevo…mas sim para mim. Para me organizar, para me entender, para rever, para me ouvir e me ler. Podem achar que está tudo errado, pois a minha visão e interpretação do Tarot é mesmo minha! Baseada em muita investigação e estudo, que não tento provar a ninguém, fi-lo para eu própria perceber o fascínio que este instrumento desperta em mim, que sou uma pessoa muito racional e que gosta de tudo bem explicadinho.

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A história do Tarot é muito antiga, existem representações dos arcanos maiores (22 das cartas do baralho hoje conhecido) no Egipto… Muita da simbologia do Tarot é encontrada em diversas culturas, civilizações, religiões: os 4 elementos, os 22 arcanos, os números de 0 a 9, ou de 1 a 10, animais, figuras mitológicas, símbolos como cruzes, estrelas, planetas e arquétipos de personalidade e os famosos naipes das cartas que TODOS conhecemos. O tarot está associado à Astrologia, à Cabala, à Alquimia e a uma série de correntes místicas associadas a estas.

Encontraram-se umas imagens aqui, uns textos ali, umas gravuras acolá e sobreviveram à Inquisição (e ao Holocausto…) poucos mas alguns estudos, pesquisas, e cartas de estudiosos ligados à Igreja Católica, por volta do século XIV. A compilação e explicação mais completa que temos nos dias de hoje surge com o tarot de Marselha e a mais divulgada com o baralho Raider Waite. Deste último derivam milhares de baralhos.

Nos meus estudos e pesquisas descobri um baralho menos conhecido: o baralho de Crowley e a história associada a este baralho. É de um Sr., contemporâneo de Fernando Pessoa e com o qual se correspondeu: Alister Crowley. Não vou aprofundar muito a forma como este baralho foi criado…por enquanto.

Depois de vasculhar nestes baús cheios de pó e a par com pesquisas nas reluzentes prateleiras da moderna física quântica, consegui então casar “o que está oculto” que só se sente e que para muitos não existe, com aquilo que a ciência já tenta entender e explicar e que eu resumo numa palavra – Consciência.

Para mim, Consciência, é o que distingue um ser morto de um ser vivo e sim, existem muitos mortos vivos por aí… e pedras com mais vida do que certos seres humanos.

As 78 cartas do Tarot abarcam 22 grandes mistérios (relacionados com a consciência que indivíduo tem de si mesmo) e 56 pequenos mistérios (relacionados com as dinâmicas do indivíduo com o que o rodeia). E quer isoladas, quer em relação umas com as outras, resumem TODAS as probabilidades de acontecimentos na vida do ser humano. É deslumbrante!! Só o conhecimento do significado das cartas já nos permite tomar consciência da dinâmica da vida!!

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Depois vem a magia… que também vem de uma tomada de consciência que a carta que está presente é a certa e que as cartas…não mentem jamais!! e disto também falarei em breve!

 

 

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